sexta-feira, 13 de maio de 2011

Aula de Português - Maneira correta da escrita de algumas palavras e o seu significado.

Advogado -  Pessoa cuja profissão é pleitear na Justiça

Caranguejo - Zoologia Nome de vários crustáceos decápodes cujo corpo é coberto por uma concreção calcária, formando esqueleto externo

Comprimento - Dimensão longitudinal de um objeto, de uma extremidade à outra; tamanho 

Eletricista - Que ou quem se ocupa de eletricidade: operário eletricista

Frear - Diminuir ou deter a marcha de um veículo ou de uma máquina por meio do freio

Destrinchar - Resolver, deslindar, esclarecer (um problema, uma dificuldade).
Despedaçar (uma ave já preparada para comer): destrinchar o peru

Látex - Líquido leitoso, às vezes amarelado ou alaranjado, que escorre de certas plantas. (Do látex da seringueira [Hevea brasiliensis] é que se extrai a borracha.)

Xampu - Sabão ou substância saponácea usada para lavagem dos cabelos. (Aport. do ingl. shampoo.)

Gorjeta -  Dinheiro com que se gratifica um pequeno serviço; gratificação.

Chassi - Estojo metálico onde é colocada a chapa sensibilizada a ser usada em câmara fotográfica.
Quadro de aço onde estão montados os órgãos necessários à locomoção de um veículo, de um vagão, sobre o qual é montada a respectiva carroçaria

Crepom - Tecido que apresenta ondulações irregulares e nervuras produzidas à máquina durante sua fabricação; crepe grosso 

Chapisco - Argamassa lançada contra uma parede por meio de uma espécie de vassoura ou broxa, para revesti-la de uma camada áspera, rugosa

Gabardina - Tecido de lã cuja textura se assemelha à da sarja, com o mesmo avesso, e cujo lado direito representa uma trama em relevo.
Capa feita com esse tecido impermeabilizado 

Guidom ou Guidão - Nas bicicletas e motocicletas, peça dianteira com dois punhos onde se apóiam as mãos para guiar

Andaime - Estrado provisório de madeira (ou armações metálicas) sobre o qual pedreiros, carpinteiros, pintores e outros operários se colocam para trabalhar em obras altas; bailéu.

Catorze ou Quatorze - O décimo quarto dia do mês; o número quatorze

Depressa - Com pressa, rapidamente: andar depressa.

Maisena - Nome comercial (escrito com z) de um produto feito de amido de milho, farinha muito fina com que se fazem bolos e mingaus

Umbigo - Cicatriz arredondada na linha média do abdome, que assinala o orifício por onde, no feto, passa o cordão umbilical.

Descarrilar - Fazer sair dos trilhos (o trem).

Ruim - Mau; perverso

Excursão - Passeio, divertimento, viagem de recreio ou de pesquisa: excursão aos lugares santos.

Meteorologia - Estudo dos fenômenos atmosféricos e das suas leis, principalmente com a intenção de prever as variações do tempo.

Taramela - Pequena peça de madeira que gira em torno de um prego ou parafuso e serve para trancar portas.

Recorde - Façanha esportiva registrada oficialmente, que consiste na ultrapassagem de tudo quanto se fez no gênero: bater um recorde.

Chique -  Elegante; bonito;

Cumprimento - Ação ou efeito de cumprimentar.

Bandeja - Tabuleiro de madeira, charão ou metal sobre o qual são transportados alimentos prontos para servir, louça, garrafas, copos etc.

Cinquenta - cinquenta, (cu-en)

Beneficente - Que beneficia, que faz bem; caridoso

Manicura - Pessoa encarregada de cuidar da boa aparência das mãos (Feminino de manicuro)

Entretela - Tecido grosso ou armado que se coloca entre a parte de fora e o forro de uma roupa.

Lagarto - Réptil sáurio, encontradiço junto aos muros velhos, nas matas e nos campos.

Marceneiro - Aquele que trabalha em obras ou artefatos de madeira.

ChuChu - Mulher bonita e tentadora.

Proprietário - Que ou quem tem a propriedade de alguma coisa.

Lagartixa - Denominação dada a pequenos sáurios, da subordem dos lacertílios, que andam pelas paredes e se alimentam de insetos.

Avalancha - Alude, massa de neve que rola dos flancos de uma montanha e se espraia com grande velocidade, arrastando lama e pedras

Rubrica - Assinatura abreviada. / Artigo de orçamento: enquadrar uma despesa em determinada rubrica. / Nota, freqüentemente em letras v

Camioneta ou Caminhonete - Automóvel utilitário que dispõe, na parte traseira, de uma porta para acesso ao compartimento, bem maior do que nos carros comuns, destinado à bagagem e a cargas leves.

Cabeleireiro - Pessoa que tem a profissão de cortar e pentear cabelos

Circuito - Limite exterior; contorno, circunferência. Caminho percorrido para atingir um lugar fixo.

Superstição - Desvio do sentimento religioso, fundado no temor ou na ignorância, e que empresta caráter sagrado a certas práticas destituídas de qualquer transcendência; crendice.

Bebedouro - Lugar onde se bebe água

Privilégio - Vantagem concedida a uma ou mais pessoas, com exclusão de outros e contra a regra geral: os privilégios da nobreza.

Têxtil - Que pode ser dividido em fibras para fazer um tecido, como o cânhamo, o linho, a lã, o amianto etc.

Tábua - Quadro, tabela. / Matemática Quadro de números

Manteigueira - Recipiente em que se guarda ou se serve manteiga.

Propriedade - O que distingue particularmente uma coisa de outra do mesmo gênero: uma das propriedades da esfera é ter os pontos da sua superfície equidistantes do centro.

Cabina - Câmara a bordo de um navio, de um trem. Aeronáutica. Num avião, lugar onde ficam os diferentes membros da equipagem.

Reivindicar - Reclamar uma coisa que nos pertence: reivindicar uma herança.

Popelina - Tecido fino e lustroso para vestes femininas, camisas de homem etc.

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Aula de Português - Texto: A melhor e a pior comida do mundo

Há mais de dois mil anos, um rico mercador grego tinha um escravo chamado Esopo. Um escravo corcunda, feio, mas de sabedoria única no mundo. Certa vez, para provar as qualidades de seu escravo, o mercador ordenou:
Toma, Esopo. Aqui está esta sacola de moedas. Corre ao mercado. Compra lá o que houver de melhor para um banquete. A melhor comida do mundo!
Pouco tempo depois, Esopo voltou do mercado e colocou sobre a mesa um prato coberto por fino pano de linho. O mercador levantou o paninho e ficou surpreso:
Ah, língua? Nada como a boa língua que os pastores gregos sabem tão bem preparar. Mas por que escolheste exatamente a língua como a melhor comida do mundo?
O escravo de olhos baixos, explicou sua escolha:
O que há de melhor do que a língua, senhor? A língua é que nos une a todos, quando falamos. Sem a língua não poderíamos nos entender. A língua é a chave das ciências, o órgão da verdade e da razão. Graças à língua é que se constróem as cidades, graças à língua podemos dizer o nosso amor. A língua é o órgão do carinho, da ternura, do amor, da compreensão. É a língua que torna eterno os versos dos grandes poetas, as idéias dos grandes escritores. Com a língua se ensina, se persuade, se instrui, se reza, se explica, se canta, se descreve, se elogia, se demonstra, se afirma. Com a língua dizemos “mãe”, “querida” e “Deus”. Com a língua dizemos “sim”. Com a língua dizemos “eu te amo”! O que pode haver de melhor do que a língua, senhor?
O mercador levantou-se entusiasmado:
Muito bem, Esopo! Realmente tu me trouxeste o que há de melhor. Toma agora esta outra sacola de moedas. Vai de novo ao mercado e traz o que houver de pior, pois quero ver a tua sabedoria.
Mais uma vez, depois de algum tempo, o escravo Esopo voltou do mercado trazendo um prato coberto por um pano. O mercador recebeu-o com um sorriso:
Hum… já sei o que há de melhor. Vejamos agora o que há de pior…
O mercador descobriu o prato e ficou indignado:
O quê?! Língua? Língua outra vez? Língua? Não disseste que a língua era o que havia de melhor? Queres ser açoitado?
Esopo encarou o mercador e respondeu:
A língua, senhor, é o que há de pior no mundo. É a fonte de todas as intrigas, o início de todos os processos, a mãe de todas as discussões. É a língua que separa a humanidade, que divide os povos. É a língua que usam os maus políticos quando querem nos enganar com suas falsas promessas. É a língua que usam os vigaristas quando querem trapacear. A língua é o órgão da mentira, da discórdia, dos desentendimentos, das guerras, da exploração. É a língua que mente, que esconde, que engana, que explora, que blasfema, que insulta, que se acovarda, que mendiga, que xinga, que bajula, que destrói, que calunia, que vende, que seduz, que corrompe. Com a língua, dizemos “morre”, “canalha” e “demônio”. Com a língua dizemos “não”. Com a língua dizemos “eu te odeio”! Aí está, senhor, porque a língua é a pior e a melhor de todas as coisas!

 * REFLEXÃO
 “Não se enganem; não sejam apenas ouvintes dessa mensagem, mas ponham em prática o que ela manda….Alguém pensa que é religioso? Se não souber controlar a sua língua, a sua não vale nada, e ele está enganando a si mesmo. Para Deus, o Pai, a pura e verdadeira é esta: ajudar os órfãos e as viúvas nas suas aflições e não se manchar com as coisas más deste mundo.”
Vamos usar as nossas palavras, comentários e observações para abençoar, estimular e animar aqueles que estão ao nosso redor? Como você abençoará alguém através das suas palavras durante o dia de hoje? Faça isto e você descobrirá a benção de Deus sobre a sua vida.