sexta-feira, 19 de agosto de 2011

What Is a Computer?

Nowadays, in most modem societies, almost everybody has an idea about what a computer is. We depend on computers in every aspect of our lives whether we know how to use one or not. But does everyone really know how a computer works inside?

A computer is an electronic machine which processes  data and provides the  results of the processing as information. There are three basic steps in the computing process. The first one is input, which consists of feeding data into the computer's memory. Then comes the processing: the program is run and the computer processes the data by performing a set of instructions. The third and final step is the output furnished by the computer, which allows the user to see the results either in printed form or on the screen.

The world of computers has created a specific language of its own. English words such as software and hardware are used worldwide and have been borrowed by many different languages. Software is information in the form of data and programs, and hardware refers to the electronic and mechanical ports that make up a computer system.

Despite the constant presence of computers in most modern societies, it is a great mistake to belive that everybody in the world is computer-literate, i.e., is familiar with computers and knows how to use them properly. In some contemporary societies, many people still have no idea about the existence of computers, and even in the so -called developed countries, there are lots of people who do not know or do not care about what a computer is.

terça-feira, 7 de junho de 2011

Lista de Exercícios - Estrutuas : Enquanto, Para e Repita

 

* Faça um algoritmo que imprima todos os números inteiros de 1 a N, onde N é um  número fornecido pelo usuário.

algoritmo "Todos numeros inteiros de 1 a N"

var
   N, num:inteiro
 
inicio
   num <- 1

   escreval("Informe um número: ")
   leia(N)
   enquanto (num <= N) faca
      escreval(num, " * ")
      num <- num + 1
   fimenquanto

fimalgoritmo


* Faça um algoritmo que receba um número N, some todos os números inteiros de 1 a N, e mostre o resultado obtido.

algoritmo "Soma do inteiros de 1 a N"

var
   I, N, total:inteiro
  
inicio

   escreval("Informe um numero: ")
   leia(N)

     para I de 1 ate N faca
         total <- total + I
     fimpara
     escreva ("A Soma dos números é ", total)

fimalgoritmo

* Elabore um algoritmo que imprima todos os múltiplos de 4 compreendidos entre 5 e 87.

algoritmo "Numeros Multiplos de 4"

var
   I:inteiro
  
inicio

     I <- 5
    
     Repita

      se ( I mod 4 = 0) entao
          escreval (I, " é multiplo de 4")
      fimse
     
      I <- I + 1

     ate I = 87
    
fimalgoritmo


* Escreva um algoritmo que imprima todos os múltiplos de um número N fornecido pelo usuário, compreendidos entre dois números A e B também fornecidos pelo usuário.

algoritmo "Numeros Multiplos de um numero"

var
   N, A, B, I:inteiro
  
inicio

   escreval ("Digite um numero: ")
   leia (N)
   escreval ("Informe um numero inicial e um final para um intervalo: ")
   leia (A, B)

   I <- A

   enquanto (I <= B) faca

      se (I mod N = 0) entao
          escreval(I," É Multiplo de ",N)
      fimse

      I <- I + 1
     
   fimenquanto
  
fimalgoritmo


* Imprima uma tabela de conversão de polegadas para centímetros, de 1 a 20. Considere que Polegada = Centímetro * 2,54.

algoritmo "Conversão de polegadas para centímetros"

var
    I:inteiro
  
inicio

    escreval("|---------------------------------------|")
    escreval("|------------ T A B E L A --------------|")
    escreval("|CONVERSÃO DE POLEGADAS PARA CENTIMETROS|")
    escreval("|---------------------------------------|")

    para I de 1 ate 20 faca

      escreval("|---------------------------------------|")
      escreval("|-----",I," polega(S) é igual a ", I * 2.45 ," cm ")
      escreval("|_______________________________________|")

    fimpara
   
fimalgoritmo


* Dado dois números, o inicial e o final, calcule a soma de todos os números pares contidos nesse intervalo.

algoritmo "A soma dos numeros pares"

var
   total, I, N1, N2:inteiro

inicio

   escreval ("Informe dois valores inicial e final: ")
   leia(N1, N2)
  
   I <- N1
  
   Repita

     se (I mod 2 = 0) entao
        total <- total + I
     fimse

   I <- I + 1

   ate I > N2
   escreva ("A Soma dos números par é igual a ", total)

fimalgoritmo

* A série de Fibonacci é formada pela seguinte seqüência: 1, 1, 2, 3, 5, 8, 13, 21, 34, ... etc. Nesta série, o próximo elemento é obtido através soma dos dois anteriores. Escreva um algoritmo que exiba a série de Fibonacci até o vigésimo termo.

algoritmo "A série de Fibonacci "

var
   I, fibo, t1, t2:inteiro
  
inicio

   fibo <- 1
   t1 <- 1
   t2 <- 1

   para I de 1 ate 20 faca

      se (I <= 2 ) entao
          fibo <- 1
      senao
          fibo <- t1+t2
          t1 <- t2
          t2 <- fibo
      fimse
      escreval("Termo ", I, " é igual ", fibo)

   fimpara
  
fimalgoritmo

* Faça um algoritmo que calcule o fatorial de um número N fornecido pelo usuário.

algoritmo "Fatorial de um número N"

var
   I, N, fat:inteiro
  
inicio

   escreval("Entre com um numero :")
   leia(N)

      I <- 1
      fat <- 1
     
      Repita

       fat <- fat * I
       I <- I + 1

      ate I > N

      escreva("O Fatorial de", N, " é ", fat)

fimalgoritmo

domingo, 5 de junho de 2011

Program ( 5 Exercicios do Pascal)


1) Faça um algoritmo que imprima todos os números inteiros de 1 a N, onde N é um número fornecido pelo usuário.

Program Todos_numeros_de_Um_a_N;

Var
  N, num : integer ;

Begin
   
    writeln('informe um numero para o fim do intervalo');
    readln(N); 



  num:=0;

  repeat
    num := num + 1
    writeln(num);

  until num = N;

End.


 
2) Faça um algoritmo que receba um número N, some todos os números inteiros de 1 a N, e mostre o resultado obtido.

Program Soma_dos_inteiros_de_Um_a_N;

Var
  i, N, total : integer ;

Begin
   
    writeln('informe um numero');
   readln(N); 



  for i := 1 to N do begin
    total:=total + i
  end;
  writeln('A soma dos números é', total);

End.


 
3) Elabore um algoritmo que imprima todos os múltiplos de 4 compreendidos entre 5 e 87.

Program Multiplos_de_Quatro;

Var
  i : integer ;

Begin

  i := 5;




  while (i <= 87) do begin
    if(i mod 4 = 0) then begin
      writeln( i, ' é multiplo de 4');
    end;
    i := i + 1;
  end;
End.
 

4) A série de Fibonacci é formada pela seguinte seqüência: 1, 1, 2, 3, 5, 8, 13, 21, 34, ... etc. Nesta série, o próximo elemento é obtido através soma dos dois anteriores. Escreva um algoritmo que exiba a série de Fibonacci até o vigésimo termo.

Program Fibonacci;

Var
  i, anterior1, anterior2, proximo: integer ;

Begin

  proximo:=1;
  anterior1:=1;
  anterior2:=1;

  for i := 1 to 20 do begin
    if(i <= 2) then begin
      proximo:= 1;
    end else begin
      proximo:=anterior1+anterior2;
      anterior2:= anterior1;
      anterior1:= proximo;
    end;
    writeln('Termo ', i, ' é igual ', proximo);

  end;
End.


 

5) Faça um algoritmo que calcule o fatorial de um número N fornecido pelo usuário.

Program Fatorial ;

var
    fat, i, N: Integer; 

Begin
    
   write('Informe o Valor de N: ');
   readln(N);

   fat:= 1;
  
   for i:= 1 to N do
   begin
      fat:= fat * i;
   end;
   
   write('O Valor de ', N, ' Fatorial é: ', fat);
End.
 

quinta-feira, 2 de junho de 2011

AtualTec 2011 - Faculdade Estacio Atual

O AtualTec é desenvolvido pela Faculdade Estácio Atual, por meio de seus cursos de Bacharelado em Sistemas de Informação e Licenciatura em Computação. O compromisso com o desenvolvimento regional, está retratado na missão da Estácio Atual:“Contribuir para o desenvolvimento sustentável, pela formação de profissionais capazes e cidadãos comprometidos com a região Amazônica”  e em sua Visão: “Ser reconhecida como a melhor instituição de ensino superior privada da região Norte”.

A Faculdade Estácio Atual possui 12 anos de experiência na oferta de cursos de graduação, além de cursos de pós-graduação: Especialização e MBA, projetos de extensão nas mais diferentes áreas do conhecimento e conforme a demanda do mercado de Roraima e a expertise de realizar anualmente dezenas de eventos de médio e grande porte.





AtualTec foi realizado no Auditório do Corpo de Bombeiros no dia 13.04.2011 (Quarta-feira),  apartir das 18h .

* As 19h30min - Aconteceu a abertura com composição de mesa com representantes das instituições: Faculdade Estácio Atual, UFRR, IFRR, UERR e SBC.

Palestra de Abertura: Regulamentação da profissão de informática (Projeto de Lei 1561 de 2003) e os desafios da Sociedade Brasileira da Computação
Palestrante: Prof. Ph.D. Laurindo Campos

.
.
As 21h00min – Palestra: Blender 3D: Como aprender, usar e ousar
  
Palestrante: Cícero Moraes 

  • No Segundo dia do evento. 14.04.2011 (Quinta-feira)

* As 19h45min - Aconteceu a Palestra: Sustentabilidade: Lavoisier no 3º milênio.

Palestrante: Profª Msc. Simone Markenson Diretora de Ensino - Centro de Tecnologia da Informação

    * As 21h00min –  Palestra: Software Livre Educacional: Porque a educação é bem melhor quando é livre
        
      Palestrante: Frederico Gonçalves Guimarães

  • No terceiro e Ultimo dia de Palestra 15.04.2011 (Sexta-feira)
    As 19h45min - Palestra: Corel pra que?
      
    Palestrante: César Brod
    * As 21h00min – Palestra: Gerência de Projetos com software livre GERPRO 
        
    Palestrante:  Prof. Msc. Aleksandro Montanha  
     
    Sistemas de Informação - "Programando e aprendendo"
      'Leydson Sousa'                   

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Aula de Português - Maneira correta da escrita de algumas palavras e o seu significado.

Advogado -  Pessoa cuja profissão é pleitear na Justiça

Caranguejo - Zoologia Nome de vários crustáceos decápodes cujo corpo é coberto por uma concreção calcária, formando esqueleto externo

Comprimento - Dimensão longitudinal de um objeto, de uma extremidade à outra; tamanho 

Eletricista - Que ou quem se ocupa de eletricidade: operário eletricista

Frear - Diminuir ou deter a marcha de um veículo ou de uma máquina por meio do freio

Destrinchar - Resolver, deslindar, esclarecer (um problema, uma dificuldade).
Despedaçar (uma ave já preparada para comer): destrinchar o peru

Látex - Líquido leitoso, às vezes amarelado ou alaranjado, que escorre de certas plantas. (Do látex da seringueira [Hevea brasiliensis] é que se extrai a borracha.)

Xampu - Sabão ou substância saponácea usada para lavagem dos cabelos. (Aport. do ingl. shampoo.)

Gorjeta -  Dinheiro com que se gratifica um pequeno serviço; gratificação.

Chassi - Estojo metálico onde é colocada a chapa sensibilizada a ser usada em câmara fotográfica.
Quadro de aço onde estão montados os órgãos necessários à locomoção de um veículo, de um vagão, sobre o qual é montada a respectiva carroçaria

Crepom - Tecido que apresenta ondulações irregulares e nervuras produzidas à máquina durante sua fabricação; crepe grosso 

Chapisco - Argamassa lançada contra uma parede por meio de uma espécie de vassoura ou broxa, para revesti-la de uma camada áspera, rugosa

Gabardina - Tecido de lã cuja textura se assemelha à da sarja, com o mesmo avesso, e cujo lado direito representa uma trama em relevo.
Capa feita com esse tecido impermeabilizado 

Guidom ou Guidão - Nas bicicletas e motocicletas, peça dianteira com dois punhos onde se apóiam as mãos para guiar

Andaime - Estrado provisório de madeira (ou armações metálicas) sobre o qual pedreiros, carpinteiros, pintores e outros operários se colocam para trabalhar em obras altas; bailéu.

Catorze ou Quatorze - O décimo quarto dia do mês; o número quatorze

Depressa - Com pressa, rapidamente: andar depressa.

Maisena - Nome comercial (escrito com z) de um produto feito de amido de milho, farinha muito fina com que se fazem bolos e mingaus

Umbigo - Cicatriz arredondada na linha média do abdome, que assinala o orifício por onde, no feto, passa o cordão umbilical.

Descarrilar - Fazer sair dos trilhos (o trem).

Ruim - Mau; perverso

Excursão - Passeio, divertimento, viagem de recreio ou de pesquisa: excursão aos lugares santos.

Meteorologia - Estudo dos fenômenos atmosféricos e das suas leis, principalmente com a intenção de prever as variações do tempo.

Taramela - Pequena peça de madeira que gira em torno de um prego ou parafuso e serve para trancar portas.

Recorde - Façanha esportiva registrada oficialmente, que consiste na ultrapassagem de tudo quanto se fez no gênero: bater um recorde.

Chique -  Elegante; bonito;

Cumprimento - Ação ou efeito de cumprimentar.

Bandeja - Tabuleiro de madeira, charão ou metal sobre o qual são transportados alimentos prontos para servir, louça, garrafas, copos etc.

Cinquenta - cinquenta, (cu-en)

Beneficente - Que beneficia, que faz bem; caridoso

Manicura - Pessoa encarregada de cuidar da boa aparência das mãos (Feminino de manicuro)

Entretela - Tecido grosso ou armado que se coloca entre a parte de fora e o forro de uma roupa.

Lagarto - Réptil sáurio, encontradiço junto aos muros velhos, nas matas e nos campos.

Marceneiro - Aquele que trabalha em obras ou artefatos de madeira.

ChuChu - Mulher bonita e tentadora.

Proprietário - Que ou quem tem a propriedade de alguma coisa.

Lagartixa - Denominação dada a pequenos sáurios, da subordem dos lacertílios, que andam pelas paredes e se alimentam de insetos.

Avalancha - Alude, massa de neve que rola dos flancos de uma montanha e se espraia com grande velocidade, arrastando lama e pedras

Rubrica - Assinatura abreviada. / Artigo de orçamento: enquadrar uma despesa em determinada rubrica. / Nota, freqüentemente em letras v

Camioneta ou Caminhonete - Automóvel utilitário que dispõe, na parte traseira, de uma porta para acesso ao compartimento, bem maior do que nos carros comuns, destinado à bagagem e a cargas leves.

Cabeleireiro - Pessoa que tem a profissão de cortar e pentear cabelos

Circuito - Limite exterior; contorno, circunferência. Caminho percorrido para atingir um lugar fixo.

Superstição - Desvio do sentimento religioso, fundado no temor ou na ignorância, e que empresta caráter sagrado a certas práticas destituídas de qualquer transcendência; crendice.

Bebedouro - Lugar onde se bebe água

Privilégio - Vantagem concedida a uma ou mais pessoas, com exclusão de outros e contra a regra geral: os privilégios da nobreza.

Têxtil - Que pode ser dividido em fibras para fazer um tecido, como o cânhamo, o linho, a lã, o amianto etc.

Tábua - Quadro, tabela. / Matemática Quadro de números

Manteigueira - Recipiente em que se guarda ou se serve manteiga.

Propriedade - O que distingue particularmente uma coisa de outra do mesmo gênero: uma das propriedades da esfera é ter os pontos da sua superfície equidistantes do centro.

Cabina - Câmara a bordo de um navio, de um trem. Aeronáutica. Num avião, lugar onde ficam os diferentes membros da equipagem.

Reivindicar - Reclamar uma coisa que nos pertence: reivindicar uma herança.

Popelina - Tecido fino e lustroso para vestes femininas, camisas de homem etc.

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Aula de Português - Texto: A melhor e a pior comida do mundo

Há mais de dois mil anos, um rico mercador grego tinha um escravo chamado Esopo. Um escravo corcunda, feio, mas de sabedoria única no mundo. Certa vez, para provar as qualidades de seu escravo, o mercador ordenou:
Toma, Esopo. Aqui está esta sacola de moedas. Corre ao mercado. Compra lá o que houver de melhor para um banquete. A melhor comida do mundo!
Pouco tempo depois, Esopo voltou do mercado e colocou sobre a mesa um prato coberto por fino pano de linho. O mercador levantou o paninho e ficou surpreso:
Ah, língua? Nada como a boa língua que os pastores gregos sabem tão bem preparar. Mas por que escolheste exatamente a língua como a melhor comida do mundo?
O escravo de olhos baixos, explicou sua escolha:
O que há de melhor do que a língua, senhor? A língua é que nos une a todos, quando falamos. Sem a língua não poderíamos nos entender. A língua é a chave das ciências, o órgão da verdade e da razão. Graças à língua é que se constróem as cidades, graças à língua podemos dizer o nosso amor. A língua é o órgão do carinho, da ternura, do amor, da compreensão. É a língua que torna eterno os versos dos grandes poetas, as idéias dos grandes escritores. Com a língua se ensina, se persuade, se instrui, se reza, se explica, se canta, se descreve, se elogia, se demonstra, se afirma. Com a língua dizemos “mãe”, “querida” e “Deus”. Com a língua dizemos “sim”. Com a língua dizemos “eu te amo”! O que pode haver de melhor do que a língua, senhor?
O mercador levantou-se entusiasmado:
Muito bem, Esopo! Realmente tu me trouxeste o que há de melhor. Toma agora esta outra sacola de moedas. Vai de novo ao mercado e traz o que houver de pior, pois quero ver a tua sabedoria.
Mais uma vez, depois de algum tempo, o escravo Esopo voltou do mercado trazendo um prato coberto por um pano. O mercador recebeu-o com um sorriso:
Hum… já sei o que há de melhor. Vejamos agora o que há de pior…
O mercador descobriu o prato e ficou indignado:
O quê?! Língua? Língua outra vez? Língua? Não disseste que a língua era o que havia de melhor? Queres ser açoitado?
Esopo encarou o mercador e respondeu:
A língua, senhor, é o que há de pior no mundo. É a fonte de todas as intrigas, o início de todos os processos, a mãe de todas as discussões. É a língua que separa a humanidade, que divide os povos. É a língua que usam os maus políticos quando querem nos enganar com suas falsas promessas. É a língua que usam os vigaristas quando querem trapacear. A língua é o órgão da mentira, da discórdia, dos desentendimentos, das guerras, da exploração. É a língua que mente, que esconde, que engana, que explora, que blasfema, que insulta, que se acovarda, que mendiga, que xinga, que bajula, que destrói, que calunia, que vende, que seduz, que corrompe. Com a língua, dizemos “morre”, “canalha” e “demônio”. Com a língua dizemos “não”. Com a língua dizemos “eu te odeio”! Aí está, senhor, porque a língua é a pior e a melhor de todas as coisas!

 * REFLEXÃO
 “Não se enganem; não sejam apenas ouvintes dessa mensagem, mas ponham em prática o que ela manda….Alguém pensa que é religioso? Se não souber controlar a sua língua, a sua não vale nada, e ele está enganando a si mesmo. Para Deus, o Pai, a pura e verdadeira é esta: ajudar os órfãos e as viúvas nas suas aflições e não se manchar com as coisas más deste mundo.”
Vamos usar as nossas palavras, comentários e observações para abençoar, estimular e animar aqueles que estão ao nosso redor? Como você abençoará alguém através das suas palavras durante o dia de hoje? Faça isto e você descobrirá a benção de Deus sobre a sua vida.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Aula de Português - 1 SINA Faculdade Estacio Autal


EXERCÍCIOS DE INTERPRETAÇÃO DE TEXTOS

A ERA DO AUTOMÓVEL
(João do Rio, Vida vertiginosa)
E, subitamente, é a era do Automóvel. O monstro transformador irrompeu, bufando, por entre os escombros da cidade velha, e como nas mágicas e na natureza, aspérrima educadora, tudo transformou com aparências novas e novas aspirações. Quando os meus olhos se abriram para as agruras e também para os prazeres da vida, a cidade, toda estreita e toda de mau piso, eriçava o pedregulho contra o animal de lenda, que acabava de ser inventado em França. Só pelas ruas esguias dois pequenos e lamentáveis corredores tinham tido a ousadia de aparecer. Um, o primeiro, de Patrocínio, quando chegou, foi motivo de escandalosa atenção. Gente de guarda-chuva debaixo do braço parava estarrecida como se estivesse vendo um bicho de Marte ou um aparelho de morte imediata. Oito dias depois, o jornalista e alguns amigos, acreditando voar com três quilômetros por hora, rebentavam a máquina de encontro às árvores da rua da Passagem. O outro, tão lento e parado que mais parecia uma tartaruga bulhenta, deitava tanta fumaça que, ao vê-lo passar, várias damas sufocavam. A imprensa, arauto do progresso, e a elegância, modelo de esnobismo, eram os precursores da era automobilística. Mas ninguém adivinhava essa era. Quem poderia pensar na influência futura do automóvel diante da máquina quebrada de Patrocínio? Quem imaginaria velocidades enormes na carriola dificultosa que o conde Guerra Duval cedia aos clubes infantis como um brinco idêntico aos balanços e aos pôneis mansos? Ninguém! absolutamente ninguém.
- Ah! Um automóvel, aquela máquina que cheira mal?
- Pois viajei nele.
- Infeliz.
Para que ele se firmasse foi necessária a transfiguração da cidade. E a transfiguração se fez:ruas arrasaram-se, avenidas surgiram, os impostos aduaneiros caíram, e triunfal e desabrido o automóvel entrou, arrastando desvairadamente uma catadupa de automóveis. Agora, nós vivemos positivamente nos momentos do automóvel, em que o chofer é rei, é soberano, é tirano.

1. “Para que ele se firmasse foi necessária a transfiguração da cidade”; a forma INADEQUADA da reescritura desse segmento do texto é:
A. Foi necessária a transfiguração da cidade para que ele se firmasse;
B. Para que ele se firmasse a transfiguração da cidade foi necessária;
C. A transfiguração da cidade foi necessária para que ele se firmasse;
D. Necessitou-se da transfiguração da cidade para que ele se firmasse;
E. Foi necessário, para que ele se firmasse, a transfiguração da cidade.

2. A frase que NÃO demonstra uma visão negativa do automóvel é:
A. “O monstro transformador irrompeu, bufando...”;
B. “...eriçava o pedregulho contra o animal de lenda”;
C. “parava estarrecida como se estivesse vendo um bicho de Marte”;
D. “rebentavam a máquina de encontro às árvores da Rua da Passagem”;
E. “aquela máquina que cheira mal?”.

3. “aspérrima educadora”; aqui temos uma forma erudita de superlativo do adjetivo “áspero”. O item abaixo que NÃO mostra uma forma superlativa é:
A. O automóvel é novo, novo, novo.
B. O automóvel é novo pra burro.
C. O automóvel foi bem rápido.
D. O automóvel é rapidão!
E. O automóvel teve novidades bastantes.

4. “O monstro transformador irrompeu, bufando, por entre os escombros da cidade velha”; “Oito dias depois, o jornalista e alguns amigos, acreditando voar com três quilômetros por hora”. Os gerúndios sublinhados transmitem, respectivamente, idéias de:
A. modo e tempo;
B. tempo e causa;
C. causa e condição;
D. condição e meio;
E. meio e modo.

5. “aparências novas e novas aspirações”; a posição do adjetivo nesse segmento altera o seu significado. O mesmo pode ocorrer em:
A. cidade velha e velha cidade;
B. ruas esguias e esguias ruas;
C. lamentáveis corredores e corredores lamentáveis;
D. escandalosa atenção e atenção escandalosa;
E. morte imediata e imediata morte.

6. “Quando os meus olhos se abriram para as agruras e também para os prazeres da vida” apresenta uma antítese, ou seja, a presença de palavras de sentido oposto. O mesmo ocorre em:
A. “O outro, tão lento e parado que mais parecia uma tartaruga”;
B. “e triunfal e desabrido o automóvel entrou”;
C. “o chofer é rei, é soberano, é tirano”;
D. “Ruas arrasaram-se, avenidas surgiram”;
E. “A imprensa, arauto do progresso, e a elegância, modelo do esnobismo”.

7. “guarda-chuva” faz o plural da mesma forma que:
A. guarda-pó;
B. guarda-civil;
C. guarda-noturno;
D. guarda-costas;
E. guarda-livros.


8. “rebentavam a máquina de encontro às árvores”; a forma dessa mesma frase que ALTERA o seu sentido original é:
A. de encontro às arvores rebentavam a máquina;
B. rebentavam a máquina ao encontro das árvores;
C. a máquina era rebentada de encontro às árvores;
D. de encontro às árvores a máquina era rebentada;
E. rebentavam, de encontro às árvores, a máquina.

9. Os dois automóveis são citados no primeiro parágrafo do texto para:
A. mostrar a diferença entre os automóveis antigos e os modernos;
B. indicar a presença marcante do automóvel desde seu aparecimento;
C. demonstrar que o automóvel triunfou graças à imprensa;
D. revelar a pouca expectativa de futuro para o automóvel;
E. destacar as mudanças provocadas por eles no cenário urbano.

10. O autor do texto cita que “os impostos aduaneiros caíram” para indicar que:
A. os automóveis passaram a custar mais barato;
B. as pessoas deixaram de viajar de navio;
C. muitos automóveis chegavam aos portos;
D. não se cobravam impostos sobre automóveis;
E. o Brasil aboliu os impostos alfandegários.

MENTIRAS NA INTERNET – Interpretação de Textos

1.      Que imagem cada um dos dois personagens quer criar de si no primeiro quadrinho? Que finalidade pretende alcançar com essa imagem?

2.      Que imagem cada um dos dois personagens quer criar de si no terceiro quadrinho? Qual sua finalidade neste caso?

3.      Qual a importância das intenções e das expectativas de cada um dos interlocutores para a compreensão dos enunciados que trocam entre si? Explique.

4.      Os quadrinhos combinam várias linguagens para criar efeitos de sentido. Observe as imagens do texto acima - leve em conta cores e formas empregadas - e responda: que importância tem a simetria na construção da pequena história que nos e contada? Explique.

5.      Esses quadrinhos foram publicados no Folhateen, caderno semanal da Folha de S.Paulo dirigido aos adolescentes. Aponte elementos do texto que confirmem sua adequação a esse meio de circulação.